Espero, desespero, aguento, respiro fundo e olho o céu. Talvez seja aqui que vou encontrar a força que tanto preciso, mas não aparece. Acho que já não há mais ninguém para ajudar. Onde estão então? Onde foram todos aqueles que dizem que tudo está bem mesmo quando é o fim do mundo? Onde estão aqueles que trazem de volta o sorriso? Mas será que sou eu que não os vejo? Mudaram assim tanto que já não os reconheço? Não, não é possível. Fui eu quem mudou e deixei de ver aquilo que realmente importa. Se não é do céu que vem a ajuda, é melhor continuar a procurar.
Ando, ando e ando, mas não há nada que traga de volta a força de viver, a esperança foi levada pelas lágrimas e agora não resta nada, apenas aquele vazio que nada consegue preencher.
É estranho viver assim. Não tem lógica: se o amor é o sentimento mais forte, é o que nos faz tão bem e nos faz ter alguém para nós, porque é que me destruiu?
Se o amor é a razão de viver, porque é que o meu desapareceu? Fui eu?
Se o amor é a razão de viver, porque é que o meu desapareceu? Fui eu?
Eu tentei e voltei a tentar vezes sem contar, não resultou. Agora que tudo se foi e que já não há vontade de lutar pela felicidade, simplesmente espero, eu espero aqui que um dia apareças bem em frente aos meus olhos e que finalmente saiba que és tu, que é à ti que eu estou a esperar e que contigo venha de novo o sorriso, a felicidade e a vontade de te ter sempre ao meu lado.






















